terça-feira, 2 de junho de 2009

TIPOLOGIA EXTRATRRESTRE CASO 2


Classe: Humanóide Tipo: “humano” Variação: 2, “velho”
Característica marcante: face enrugada

Descritivo do caso
Data: 3/12/1967 Local: Ashland, Nebraska, EUA Testemunha: Herbert Schirmer

As 02h30min de uma madrugada sem a presença da lua, depois de atender a um chamado, o policial Herbert Schirmer se aproximou do que ele pensou serem as luzes traseiras de um caminhão. Numa observação mais próxima ele percebeu que não era um caminhão e sim um objeto discóide com pequenas luzes vermelhas ao seu redor. Schirmer ficou observando o objeto descer como um pêndulo emitindo um zunido bem agudo e com o seu fundo vermelho como brasa.

As 3hs da manhã, Schirmer retornou à delegacia e anotou no relatório que havia visto um disco voador. Mas ele não se lembrava de 20 minutos daquele evento. Mais tarde naquela mesma noite ele notou uma marca vermelha em seu pescoço. Não demorou muito para que ele começasse a ter dores de cabeça e escutar um zumbido que atrapalhava o seu sono. Por causa disso ele teve que abandonar o seu emprego.

Sob hipnose mais detalhes do episódio surgiram. Schirmer relembrou que na presença do objeto as luzes, o motor e o rádio de seu carro desligaram-se. Quando seres estranhos aproximaram-se do seu carro, Schirmer viu-se impossibilitado de usar a sua arma. Um gás verde envolveu o seu veículo e ele desmaiou. Quando recobrou a consciência, um dos seres, aparentemente o líder, o convidou a entrar na nave. O humanóide tinha um aspecto de velho. Não era muito alto, algo em torno de 1,45cm. Ele tinha uma cabeça longa e afinada com uma testa com muitas rugas. Seus olhos eram de tamanho normal, assim como sua boca, nariz e sobrancelhas, mas as pupilas eram grandes e alongadas. Ele tinha uma pela acinzentada e parecia estar vestindo um uniforme com luvas e botas. O peito direito do uniforme havia um símbolo em forma de cobra. Um fino capuz cobria a sua cabeça. Sobre a orelha esquerda havia o que parecia um comunicador com antena.

O líder, que perguntou se Schirmer era o “vigilante da área”, ofereceu mostrar ao patrulheiro como a sua nave funcionava. Dentro da nave, numa sala de oito metros quadrados, o policial viu o motor, um rotor cristalino ligado a duas colunas. O ser contou à Schirmer que eles vinham de outra galáxia, mas que tinham bases em outros planetas do nosso sistema solar. Eles estavam aqui contactando alguns terráqueos para prepará-los para um eventual contato e nos prevenir sobre a destruição do planeta.

Depois na conversa Schirmer foi levado de volta ao seu carro e dito para esquecer a experiência. A sua estória foi a única investigada pelo Comitê Condon, o grupo oficial de pesquisas ufológicas fundado pela força área norte-americana.